Amanhecer

Amanhecer

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Niver diferente

Eu realmente não imaginava como poderia ser diferente e divertido um aniversário quando se tem filhos pequenos.  Hoje, tive uma manhã de aniversário com sabor especial.  Quando o meu filho mais velho, de dois aninhos e meio, descobriu que a mamãe estava fazendo aniversário, logo disparou um "Parabéns para mamãe" cantado com sua vozinha linda de criança.

E lá fomos nos para a escola cantando parabéns para a mamãe com todos os vivas que essa mamãe merece, com beijo estalado e abraço apertado e é claro, com o pedido choroso daquele que sabe como amolecer o coração da mamãe: fica comigo, brinca comigo....

Mas dia de aniversário é especial somente para a gente, o restante do mundo continua sua rotina normalmente, o trânsito, o corre-corre, o trabalho.... e lá ficou ele na escola e a mamãe foi pro trabalho.

De qualquer forma, um dia com sabor muito especial e diferente de outros aniversários.  Obrigada Vida, pelo presente maravilhoso que me deu, minhas riquezas, minhas preciosidades, meus filhos queridos e amados.

Bjks

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Que barulho é esse?

Tem sido muito interessante observar o desenvolvimento da linguagem de meu filho mais velho.  A cada dia ele adquiri mais vocabulário e os incorpora as suas rotinas, fazendo uso de palavras e frases com tanta propriedade que as vezes até esqueço que é um pequeno ser de apenas dois aninhos.

O novo mote de sua vida é:  "Que barulho é esse?" que ele repete a todo instante, a cada novo som que tenta identificar.  Usa e abusa da pergunta para as mais diversas situações, desde o vizinho que arrasta um móvel no apartamento de cima ao trovão em dia de chuva.  Quando contamos e explicamos para ele qual é o barulho, mais engraçado ainda é a sua resposta: ahhh!!!! é o carro???

E assim, no caminho de 1 km que percorremos de casa para a escola, vamos o tempo todo respondendo a sua pergunta:
- Que barulho é esse? 
- É a moto que passou.
- Ahhhh. É a moto??
- Que barulho é esse?
- É a buzina do carro ao lado.
- Ahhhh....

E assim eu inicio mais uma semana ao som da vozinha do meu pequeno, ecoando logo cedo, animadamente no carro, entre um e o outro "que barulho é esse"? e ao som das musiquinhas que ele tanto curte...

Bjks no coração

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ai que sono!!!!!

Definitivamente eu preciso dormir.  Estou há cerca de três semanas dormindo apenas 4 horas por noite.  Já dormi no farol de trânsito fechado, em pé na cozinha esperando a água para o chá ferver, sentada com o bebê no colo e acredite até brincando com o meu pequeno mais velho.

Mas parece que o mais novo veio da fábrica com um timing um pouco diferente do resto da humanidade e enquanto as outras pessoas precisam de um mínimo de 8 horas de sonho, ele dorme 5 e está pronto para brincar.  Isso mesmo, pode acreditar.  Todos os dias nas útlimas três semanas o pequeno despertador acorda, de super bom humor, pronto para brincar, e pasmem sempre por volta das 2:00 da manhã.  Como ele ainda não fala, ele canta aqueles sons próprios dos bebês de sua idade e grita, vamos combinar que pulmões e garganta fortes tem o pequeno.

Todo mundo fala, tá com fome.  Tá não, não que mamar, nem trocar fralda, nem qualquer outra coisa além de brincar e vai por ai até as 4:30/5:00. Só para lembrar que essa mãe aqui não é marinheira de primeira viagem, sabe um monte de truques, que não estão funcionando (rissoss).  Haja saúde de mãe.  Mas enfim, dizem que um dia isso passa e eu espero que passe logo, porque o meu sonho atualmente é tão simples.  Eu só quero dormir........

zzzzzzzzz

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A espera pela gestação

Acredito que a vida nos leva por caminhos necessários ao nosso aprendizado, e muitas vezes necessários ao aprendizado de outros. Daí que eu acho que quando uma energia se acerca de nossa vida, começamos a "tropeçar" em pessoas com problemas e dificuldades semelhantes aos nossos.

Tenho encontrado muitas pessoas que estão tentando engravidar e tem encontrado dificuldades em alcançar esse objetivo.  Algumas delas, tem um problema de saúde que dificulta ou impossibilita, outras, não tem motivo aparente mas a gestação simplesmente não ocorre. Engraçado é como elas justamente acabam comentando comigo desta dificuldade, geralmente começa com um comentário do tipo você tem filhos lindos e daí surgem as suas histórias.

Começo a pensar que há um motivo para isso, para que eu partilhe com elas a minha experiência, minha felicidade e outras histórias que cruzaram meu caminho, mesmo aquelas histórias que ainda não tiveram um final feliz.

Acredito que hoje, eu tenho a capacidade de acolher e entender a dor que passam. Algumas vezes até consigo ter um insight para definir sentimentos tão confusos, inexplicáveis e amargos.  Esses encontros me fazem rever a minha própria história e revisitar alguns sentimentos que vivi nesta fase.

Recentemente encontrei uma pessoa que não via faz um tempo e perguntei como ela estava.  A resposta veio daquela carinha de cachorro desamparado, com os olhos brilhantes de lágrimas, de que as coisas estavam bem difíceis.  No minuto seguinte, o que se seguiu a minha pergunta foi uma cachoeira de lágrimas e a história de um aborto espontâneo.

Depois de algumas tentativas de engravidar, de um processo de fertilização sem sucesso, finalmente o segundo processo tinha dado certo, mas no terceiro mês o aborto ocorreu.  Naquele momento pensei o que eu poderia falar para ela, as causas "médicas" do aborto, do tipo seleção da natureza  e outras coisas? Achei que não levariam a nada, deixa isso para o médico dela, então me limitei a deixá-la chorar e ouvir sua dor.

Me coloquei a pensar no que eu senti quando passei por situação semelhante, na frustração e nos outros sentimentos que cercavam minha vida naquela época. Ouvi seu relato a respeito da expectativa, da espera, da tristeza e de como sua vida se divide atualmente em três períodos num mês: o antes da ovulação, o durante a ovulação e o resultado final, quando ocorre ou não a menstruação.

Sabe que no final eu consegui dizer para ela que sei como é isso, e que a cada mês que o ciclo chega, vem com ele a sensação de que sofremos um novo aborto.  O aborto do sonho, do desejo de ser mãe e da esperança.  Mas não podemos esquecer que a esperança também pode renascer e com ela a fé de que tudo vai dar certo, mesmo que esse certo não seja exatamente do jeito que a gente imaginou que seria.
 
Eu acredito que nunca devemos perder a fé e a determinação.  No meu caso, isso foi determinante.  Hoje quando olho aquelas duas carinhas lindas da minha vida, posso dizer que coração aberto que tudo valeu a pena, estou sendo recompensada.

Beijos no coração

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Amor de mãe

Conversando com uma amiga outro dia, falando a respeito dos meus filhotes, veio dela uma pergunta: E agora que você tem dois filhos, me diga se é verdade que o amor de mãe é igual para os dois? Ao passo que respondi: é igual mas é diferente.  Claro que ela não entendeu nada. (risos)

Minha resposta saiu rápida e pronta, sem pensar muito, mas me levou a refletir a respeito,  até porque eu precisa explicar a minha afirmação.  Então vamos lá. A intensidade do amor é a mesma, não dá para dizer que amo mais um filho que o outro, sou igualmente louca pelos dois.  Mas é diferente, porque eles são pessoas muito diferentes, com necessidades muito diferentes e o amor de mãe é adaptável a personalidade e necessidade de cada filho.

Não existe preferência por um ou por outro, mas cada um solicita um tipo de atenção e não é só por terem idades diferentes mas pela personalidade de cada um.  Cada um gosta de uma brincadeira, de um carinho, de uma música diferente do outro.  Não dá para usar com um a mesma fórmula que deu certo com o outro.  

A saudade é a mesma, a intensidade das preocupações também, logo, com o amor, não poderia ser diferente. Amor de mãe é adaptável a personalidade de cada filho e o coração dela é tão grande que tem espaço suficiente para amar todos os filhos que a vida nos dá. Os filhos biológicos e também aqueles que são colocados em nosso caminho pela vida, e que as vezes ficam por um tempo, sendo cuidados por nós como se fossem nossos filhos e depois vão embora. Com os filhos biológicos temos um laço, que ser for cuidado e cultivado carinhosamente e amorosamente nos mantém ligados para sempre.  Com os outros guardamos as lembranças, o carinho e quem sabe alguns presentes que a vida nos deixou.

Então o amor de mãe é igual mas é diferente e posso apostar, que se você perguntar a outra mãe qualquer, receberá uma resposta bem parecida com a minha, porém com a cara dela.

Beijos no coração

terça-feira, 13 de julho de 2010

Síndrome do Primeiro Acontecimento

Passou a primeira semana de retorno ao trabalho e todos sobrevivemos.  Imaginei, do alto da minha inocência, que o retorno às atividades profissionais, após o nascimento do segundo filho, seria mais fácil que após o nascimento do primeiro. Doce ilusão.  Na verdade foi bem mais estressante.

Imagine que durante 5 meses em casa eu tive a oportunidade de ver coisas do meu primeiro filho que eu não estaria lá para ver.  A sua experiência de ida para a escola, os primeiros amiguinhos, o evolução no desenvolvimento da fala e o uso de novas palavras dentro de conceitos totalmente corretos.  Tinha me esquecido de como é gostoso curtir esses momentos de "primeira vez".

Me dei conta, na minha última sexta-feira de licença maternidade que eu perderia isso e voltaria a ter a sensação de ser a segunda pessoa a saber, já que não estarei lá o dia inteiro para ver os acontecimentos.  E desta vez, são dois. Entrei em crise, ao sabor recente da lembrança do primeiro sorriso banguela do mais novo e ao som das primeiras musiquinhas cantadas pelo mais velho eu pensei algumas vezes em desistir e ser somente "mãe de profissão".

Por outro lado, também pesava o fato de como considero que a vida profissional é importante e como a minha independência financeira também é.  Desde de muito cedo  trabalho, desde de muito cedo descobri a importância de ser independente, produtiva e de valorizar as conquistas pessoais que temos a oportunidade de alcançar através do trabalho.  E a pergunta veio: como poderei ensinar a eles esse valor tão importante para mim se eu abandonar o meu trabalho agora?

Achei que nesse momento uma decisão poderia ser muito emocional, então voltei e descobri que é bom retomar esse aspecto da vida.  É bom saber que as pessoas sentiram minha falta, saber que tenho um outro lugar no mundo além do lugar de mãe.  Apesar da dor da saudade da primeira semana, a segunda começa com aquela sensação de que é necessário retomar a minha vida, que para ser boa mãe, no meu caso, é também necessário ser profissional e ter outras responsabilidades. Retomar a minha vida é ser esposa, mãe, profissional, amiga e etc.  Enfim é tudo junto mesmo.

É tudo isso que me faz manter firme a minha proposta de criá-los para o mundo e para a vida.  Isso só será possível se eu me sentir completa e feliz com minha vida.  Então vamos lá, porque agora a corrida é ainda maior.

A vida é isso aí.

Beijos no coração

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Família do coração

Já comentei antes como em nossas vidas são colocadas pessoas para nos ensinar, acolher e ajudar, mas como temos livre-arbítrio, cabe a nos aceitá-las ou não. Essas pessoas são trazidas até nos, muitas vezes, como presentes da vida em bandejas de prata ou como diz uma pessoa querida, em forma de bandeja cheia de docinhos. Nos cabe somente a escolha de nos servirmos ou não, de compartilharmos nossas vidas ou não com esses verdadeiros presentes.

Tive a sorte de ter um encontro muito especial em minha vida e principalmente, de reconhecê-lo.  Acredito que ter uma família é muito importante, principalmente quando temos afinidade e carinho pelas pessoas que a compõem, mas encontrar uma segunda "família", que sem nenhum laço sanguíneo se dispõe a nos aceitar e acolher é realmente um presente de Deus.

Já tínhamos uma amizade muito estreita com nossos "compadres", antes mesmo de toparmos com algumas pedras bem duras em nosso caminho.  Quando a perda dos nossos gêmeos ocorreu, encontramos nos pais de nossa amiga, nossos pais de coração.  Esses amigos estiverem a nossa disposição durante todo o ocorrido, nos dando ajuda nas situações práticas, suporte para apaziguar a nossa dor e amor para encher nossos corações tristonhos naquele momento.

São nossa querida família de coração, com quem temos a certeza de poder dividir não só os momentos de alegria, mas também as nossas tristezas e dificuldades. Esse é um laço tão forte quanto o sanguíneo e até mais especial porque é um laço de fé e de amor, que por vezes nos torna tão parecidos que é impossível de explicar.

Nascemos em uma família que nos foi escolhida por Deus, mas quando encontramos com a nossa família do coração podemos dizer que nós é que a escolhemos, aceitando prazeirosamente esse presente da vida.

E assim, essa nossa família, antes pequenina, acabou crescendo um pouco mais.

Beijos no coração


quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Espera II - nossos encontros

...(continuação)

Mas essa maturidade foi alcançada a duras penas e enfrentando várias frustações. Neste  processo, tivemos a colaboração e participação de outras pessoas: amigos e família, que nos deram apoio a cada dificuldade que encontramos.

Não devo esquecer também do terapeuta que me acolheu e apoiou, através de um trabalho de auto-conhecimento e aceitação que foi de grande importância para lidar com essas frustações e questionamentos. Esse trabalho serviu de base para a decisão de continuar tentando, além de suporte durante o processo de gestação do nosso primeiro filho.

O encontro com esse terapeuta se deu logo após a perda dos gêmeos, que nasceram prematuramente de 23 semanas e não sobreviveram.  Naquela época,  nascimentos prematuros de gestações com menos de 25 semanas, ainda eram considerados inviáveis e como a médica neonatologista nos disse, a única coisa que poderiam fazer era dar conforto aos pequeninos para evitar que sentissem dor ou qualquer outro incômodo, mas o fim seria apenas questão de tempo. E assim foi.

Quando cheguei ao consultório desse terapeuta, os sentimentos de frustação e fracasso eram os meus companheiros, além de uma profunda tristeza e dor.  Por mais que eu tentasse dizer para mim mesmo que tudo tinha uma razão de ser, de verdade eu não conseguia sentir isso.

Foi justamente o trabalho com esse profissional que me permitiu viver o meu luto e minha dor, que reencontrei o meu amor-próprio e minha vontade de viver.  A partir daí, o processo de cura se iniciou e foi através dele que encontrei a minha determinação e persistência para continuar nesta busca, mas não mais como sendo o objetivo primordial de minha vida e sim como uma "permissão" minha para algo que poderia ou não acontecer. Independentemente deste fato eu continuaria a existir e ser feliz.

Outros encontros importantes aconteceram neste período.  A lista aqui seria bem grande, então quero apenas registrar o carinho que tenho por todas essas pessoas, registrando o quanto cada uma delas teve importância neste processo.  Deixo meu profundo agradecimento por todos que nos apoiaram, suportaram e até dividiram conosco suas histórias e suas vidas.

E acredite, a espera tem um fim e o sonho pode se realizar. Tenha fé.

Beijos no coração
  

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A espera

O que é a espera em nossa vida.  Longa ou curta, o tempo é relativizado pelo nosso desejo ou não de que o fato envolvido pela espera se realize. Daí que 30 minutos podem parecer uma eternidade para uns e para outros, um piscar de olhos.

O que se dizer então de nove anos?  Houve um tempo em que esses nove anos, pareciam realmente uma eternidade e que o desejo nunca ia se realizar.  O questionamento entre determinação/persistência ou estúpida teimosa, por vezes foi meu companheiro.

Hoje, dois anos após o nascimento do meu primeiro filho, esse tempo de nove anos de espera me parece que foi o tempo necessário, certo e preciso para esse grande acontecimento em nossa família.

Durante esses nove anos, muitas vezes cercados de muita decepção, tristeza, sensação de solidão e de profunda agonia tivemos encontros maravilhosos, com pessoas e situações que nos foram proporcionadas pela vida, justamente por essa busca.  Foi neste período, que estabelecemos uma verdadeira união com nossa família do coração. Foi nesta mesma época, que encontramos e descobrimos que ainda existe bondade no coração de muitas pessoas e principalmente, que nosso problema não era nem de longe o pior do mundo, apesar de que por vezes era essa a impressão que tínhamos.

Hoje compreendo que esse tempo foi necessário para nos  permitir os encontros que tivemos, para nos tornamos pessoas melhores, mais flexíveis, maduras  e para termos testada a nossa fé e porque não, a nossa determinação.  A maturidade e estabilidade emocional que essa experiência nos trouxe, com certeza também é fator de muita importância para nosso caminho de agora, de pais e educadores que teremos que ser.

(continua...)

Beijos no coração

domingo, 30 de maio de 2010

Auto-perdão

"Mas, pela graça de Deus, sou o que sou;..." - Coríntios 15, 10

Ontem na Seara, na assistência infantil, esse era o tema. Auto-perdão. Isso me levou a pensar em quanto somos exigentes conosco e como temos dificuldade em nos perdoar. Temos grande dificuldade em lidar com sentimentos e por vezes nos culpamos pelo nosso momento de raiva, pela nossa tristeza, pelo nosso medo diante das diversas situações da vida e até pela falta de algumas habilidades.
Somos educados para conviver em um mundo competitivo, onde demonstrar os sentimentos, principalmente os negativos é considerado um sinal de fraqueza, onde precisamos ser multifuncionais, seja lá o que isso signifique e onde o sucesso é sinônimo de riqueza. Muitas vezes, levamos anos da vida e horas de terapia (nada contra terapia, até porque eu também sou psicóloga) para aceitarmos nossa condição de humanos, imperfeitos e como qualquer outro, passíveis de toda sorte de sentimentos positivos, negativos, erros e enganos. Esquecemos de ser felizes.

Como diz a música da Elis Regina: "...apesar de tudo que fizemos ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais...", acabamos reproduzindo esse comportamento na educação de nossos filhos e continuamos contribuindo para esse ciclo vicioso. Cobramos e ensinamos nossas crianças o perdão em relação ao outro, mas quando iremos ensiná-los a se perdoar? Quando iremos aprender a nos perdoar de verdade para que possamos tornar nossa aventura pela vida mais leve e para que possamos ser mais felizes?
Enfim.... tantas coisas.

Voltando ao auto-perdão, precisamos nos olhar no espelho e falarmos para a imagem do outro lado que realmente nos perdoamos e assim, seremos menos exigentes conosco, com os que nos cercam e estaremos mais perto do equilíbrio para o caminho da felicidade. Deixaremos de carregar culpas e cobranças desnecessárias que além de tornar nossa bagagem mais pesada, ocupa os espaço para novas experiências e impedem o tão importante ciclo da vida, onde tudo começa e termina.

Beijos no coração.

sábado, 29 de maio de 2010

Começo da aventura de "bloggar"

Pois é, aqui estou escrevendo minha primeira mensagem no blog. Então acho que devo homenagear a pessoa que me inspirou. Uma colega de trabalho muito querida, de astral muito legal e que compartilha comigo um sonho, que hoje, graças a Deus está realizado em minha vida.

A vida, tem umas coisas bem engraçadas. As vezes pessoas cruzam o nosso caminho para ensinar algo, para nos dar um recado ou nos ensinar uma lição. Então Andrea, a "bandeja de docinhos" de hoje foi você quem passou para mim e eu, aproveitei, estiquei meu braço e enchi as mãos.

Acho que o livro vai demorar um pouco ainda, mas o blog já dá para começar hoje.

Obrigada por compartilhar comigo suas sugestões e principalmente suas idéias.

Beijos no coração.

Nalva